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Última vez: 20/3/2009 - Empezó el 24/10/2008

Remisson dixit »

Remisson Aniceto nasceu em Nova Era, pequena e aconchegante cidade do interior de Minas, prxima Itabira de Drummond. Desde muito cedo tomou gosto pela leitura, incentivado pelo seu pai que no dispensava nem bula de remdio. Arredio como bicho do mato, escondia-se entre as rvores do quintal sempre que sua famlia recebia visitas. Ali, ficava lendo horas a fio. Comeou a escrever aos oito anos e pouco depois lia alguns clssicos na biblioteca pblica (no tinha condies de comprar livros). Dessa forma conheceu Machado, Ceclia, Sabino, Quintana, Pessoa, Ea, Goethe, Rilke, Garcia Marquez... Seu namoro com a leitura e a escrita auxiliou muito na sua integrao social. Sempr e imaginou que algum dia atravessaria as montanhas para ver o Drummond - afinal, moravam bem prximos - m as, como ele j havia advertido bem antes, "tinha uma pedra no meio do caminho". Alguns anos depois, em 1987, o poeta viajou e nunca mais reapareceu. Mudou-se para So Paulo em 1979, procura de trabalho. Em 1983 o jornal A Gazeta Esportiva, de So Paulo, publicou um poema seu e em 1984 e 1985 foi premiado nos Concursos de Contos e Poesias da CMTC (SP). Nos anos seguintes continuou escrevendo - principalmente poesia - e em 2006 conseguiu o 2 lugar no Prmio Cataratas, da Fundao Cultural de Foz do Iguau (PR), com a poesia "Transio" e uma meno honrosa no Prmio Cidado de Poesia, de Limeira, com o mesmo trabalho. Em seguida, outra meno honrosa com o soneto "Classificado", no Prmio Filognio Barbosa (ES). Sua poesia "Herana" tambm recebeu o prmio de edio no Prmio Valdeck Almei da de Jesus de Poesia 2007, cujo livro est no prelo. Suas re senhas no site Leia Livro so muito comentad as e lidas nas rdios da Rede USP (SP). Sempre que tal acontece, recebe livros sua escolha. De 1982 at 2002 teve poesias suas divulgadas em quatro coletneas, ambas esgotadas. Sua poesia pode ser apreciada no Blog "Poesia para o mundo" (http://remissonaniceto.bligoo.com) e em sites especializados. Descoberto o caminho, agora prosseguir. Bibliografia: *Poesia para o mundo Bubok, 2008 *Todo dia dia de poesia iG Editores, Stella Maris/Po-de-Acar - SP - (2002) *Novos talentos da poesia brasileira Forever Editora - SP - (1995) *Palavras de Poetas Physis Editora - SP - (1997) *Escrevo nos espaos que me restam Editora Bauhaus - SP - (1982)

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  • El Principio Del Fin

    Hoy me librarse de todas mis otras cosas: objetos, fotos, pequeños recuerdos ... No me sirven más. ¿Qué me valeriam estas cosas, si he perdido hoy el mi más valioso bien, físico y espiritual? Doy las gracias a mis chicos que son la mi herencia reconfortante. Y nada más me interesa ... Quiero menos recuerdos que me llevan al pasado, menos mal. Hoy es el primero de los últimos días de mi vida. 25/12/2008 http://remissonaniceto.bligoo.com

    por remisson | 452 lecturas | 1 comentarios
  • Prendas de Vestir

    Ropa, telas, prendas de vestir, engaños del cuerpo, mentiras, disfraces. Telas y prendas de vestir, líneas gruesas o transparente, obstrucción de caminos ...

    por remisson | 569 lecturas | 2 comentarios
  • Cherry

    Homenagem à Cherry, minha cadela de estimação, pela fidelidade do carinho doado a toda a minha família durante treze anos, sem fazer qualquer reivindicação além de... carinho. Não deixe para amanhã o carinho que pode dar hoje. Não deixe para amanhã. Não adie o afago, o aperto de mão, o abraço, o beijo. Não transfira para depois o que pode ser doado agora, o que pode ser retribuído hoje. Não deixe para mais tarde o que tem vontade de fazer já. Não economize carinho; acrescente-lhe ...

    por remisson | 285 lecturas | 1 comentarios
  • O Amante

    Finda o dia e já ‘scurece... Horas vespertinas em que divago no meu leito inda sem flores. Estou lúcido e tu me apareces. Espera! que a dor não trago e ainda há dia em minha vida. Minha mente está caduca e vazio é o saco escrotal das minhas palavras. Quisera ejaculá-las todas, aos borbotões, em tua página vermelha e negra... Ah! Se não fosses infecunda! Transformar-te-ias com a maternidade. Reagirei, ó Dona Morte, Viúva Triste, Mulher Fatal! E incutirei em tuas veias ...

    por remisson | 367 lecturas | 2 comentarios
  • A Rosa Dos Anjos

    Ó Rosa que no Céu estás plantada, Rosa alva dos meus sonhos arrancada. Tens a cor da bela nuvem em claro dia, Perfumando os céus azuis da Fantasia. Ó Rosa santa, das flores mor-rainha, Tu perfumaste o jardim da vida minha. Triste Flor na primavera colhida Por quem de inveja me roubou a fé na vida. Etérea Flor, se sem querer foi que partiste, Foge do teu anjo guardião nalgum descuido. Quem te quer mais que o Céu na Terra existe. Que a levassem nada fiz por merecer. Vem, Flor ...

    por remisson | 406 lecturas | 0 comentarios
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  • Partida

    Devo partir hoje, o mais tardar amanhã. E não quero que me vejas hoje, para não guardares de mim uma saudade triste, uma saudade recente, pois agora estou assim, triste, por saber que hoje, o mais tardar amanhã, não poderei mais te ver. Quero que guardes de mim uma lembrança feliz de ontem, quando rimos, quando brincamos, quando meus olhos brilhavam ao te ver, quando eu ainda não sabia que ia partir. Não quero te ver hoje, para que guardes de mim apenas o que viste ontem nos ...

    por remisson | 462 lecturas | 2 comentarios
  • Lluvia

    Un cuerpo sobre la mesa - y fuera el día llora aguas de la tristeza

    por remisson | 329 lecturas | 1 comentarios
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